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    Com adubo "barato", SLC já adquiriu maior parte dos insumos para a safra

    Em balanço operacional, companhia revela que já comprou 97% dos fertilizantes nitrogenados, 82% dos fosfatados e 78% do cloreto de potássio necessários para as lavouras

    Renato Carvalho

    03/07/2023 20:36

    Com adubo "barato", SLC já adquiriu maior parte dos insumos para a safra

    A SLC Agrícola aproveitou a queda nos preços dos insumos agrícolas e já comprou a maior parte das necessidades para suas culturas na safra 2023/2024, como indica o balanço operacional divulgado nesta segunda-feira pela empresa.

    A companhia afirma que já adquiriu 97% dos nitrogenados que serão utilizados no próximo ciclo de algodão, milho e soja.

    Além disso, a empresa já tem em estoque 82% dos fosfatados que vai utilizar, e 78% do cloreto de potássio.

    O menor índice de antecipação nas compras de insumos está com os defensivos agrícolas, já que a SLC adquiriu, até o fim de junho, 22% das necessidades para a safra 2023/2024.

    “A relação de troca entre preço de commodities e fertilizantes está sendo acompanhada e o restante dos insumos serão negociados no melhor momento”, disse a SLC no Fato Relevante divulgado ao mercado, que traz os números.

    As posições de proteção, ou hedge, tanto para o câmbio quanto para as produções, começaram a avançar a partir da compra dos insumos, segundo a SLC.

    No caso da soja, o hedge para o câmbio na safra 2023/2024 está fixado em R$ 5,79, e o preço em US$ 12,60 por bushel. A SLC está com posição de 27,6% da produção estimada protegida.

    Para o milho, a posição de câmbio está fixada em R$ 5,84. Na saca do milho em reais, a posição é pequena, de 2% da produção estimada, com o preço de R$ 45 a saca. Em dólares, o hedge está em 20,2%, a US$ 8,01 a saca.

    No algodão da safra 2023/2024, a companhia tem no hedge cambial o preço de R$ 6,13, com a produção fixada em 70,19 centavos de dólar por libra/peso.

    Sobre a safra 2022/2023, a SLC atualizou os números de produtividade em relação às estimativas.

    No caso do algodão, que ainda não terminou a colheita, a empresa está com produtividade, até o fim de junho, de quase 2 toneladas por hectare, rendimento que ficou 3,2% acima do esperado.

    No caso da segunda safra de algodão, a produtividade ficou 8,5% acima das expectativas, também muito próximo das 2 toneladas por hectare.

    No caroço de algodão, a produtividade da SLC ficou 4,5% acima das estimativas, chegando a quase 2,5 toneladas por hectare.

    No milho segunda safra, a produtividade da companhia bateu os 7,8 toneladas por hectare, ficando 1,6% acima do esperado.

    A soja é a única cultura em que a colheita foi totalmente finalizada, e a produtividade ficou 0,3% abaixo das estimativas, em 3,9 toneladas por hectare.

    Nos custos de produção, destaque para a soja, que ficou 3,5% abaixo do esperado pela SLC, a R$ 5.188 por hectare.

    Para o algodão primeira safra, o custo por hectare ficou 1% acima das estimativas, em R$ 15.308.

    No entanto, quando se mede o custo unitário, que faz a relação entre as despesas e a produtividade por hectare, os números ficaram muito abaixo do orçado pela SLC.

    Os melhores resultados ficaram com o algodão segunda safra, que teve custo unitário 9,4% abaixo do orçamento, e com a soja, que teve resultado 3,3% abaixo do esperado.

    Este bom resultado no custo unitário, segundo a SLC, é fruto principalmente da adoção de novas tecnologias de agricultura digital, nos últimos anos.

    Na safra 18/19, a companhia teve um ganho líquido de R$ 1,5 milhão com estas novas tecnologias. Na safra 21/22, foram R$ 38,7 milhões. Este ganho mais que dobrou na safra 22/23, chegando a R$ 82 milhões.

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